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Há três anos, a rede de pizzarias internacional Domino’s enfrenta um processo da suprema corte dos Estados Unidos movido contra o seu site oficial por questões de acessibilidade a deficientes visuais.
Em 2016, Guilherme Robles processou a empresa por não criar uma plataforma que permita a pessoas com problemas na visão como ele (que é cego) façam seu pedido online. Ele se apoiou em uma lei criada nos anos 90 chamada Americans with Disabilities Act (ADA), que exige que empresas e negócios tomem o mínimo de medidas para que pessoas com deficiência recebam o mesmo tratamento que os outros clientes, e isso inclui sites e aplicativos.
O caso já foi julgado por um tribunal federal onde a decisão se mostrou favorável a Robles. A Domino’s recorreu e fez o envio de um novo documento à Suprema Corte dos EUA, solicitando uma nova e criteriosa avaliação sobre a posição anterior, afirmando que a decisão custaria milhões ao seu negócio em cima de regras que ainda não foram dispostas de forma clara nas leis do país.
A Domino’s não é a única empresa que teve este tipo de problema. O número de processos sobre sites sem opção de acessibilidade cresceu 58% entre 2017 e 2018, e entre eles se encontra o site da cantora Beyoncé, de acordo com a UsableNet.
A Suprema Corte deve, oficialmente, responder ao documento recebido no dia 14 de Agosto. Se a decisão ainda for favorável ao cliente, a pizzaria terá que, no mínimo, refazer seu site para que este seja acessível para deficientes.
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